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                    A MAIS VALIA BRASILEIRA

     Tentar recuperar a auto-estima da população brasileira. Parece brincadeira, mas esse é o objetivo da campanha lançada pela ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) com o óbvio patrocínio e incentivo do governo federal. Eu pensei em ver tudo de esquisito neste governo do PT, mas anúncio de motivação para a população, literalmente é piada. De início recomendaria a Lula assistir algumas aulas de introdução à administração, nós capítulos referentes à motivação, quem sabe, ele encontrasse lá alguma definição sobre o tema e visse que motivação é o reflexo de todo um conjunto de ações e abortasse  o pensamento que motivação é um sentimento. Esta  é tão concreta como a incompetência comprovada deste governo. Não se motiva ninguém pedindo que ele se motive, sem motivos, assim,  como num passe de mágica, induzindo o surgimento efervescente da empatia por alguma coisa. Motivação é o reflexo de uma conjuntura maior que engloba muito mais que simples comerciais. 

     Segundo uma pesquisa do Sebrae que tive acesso, a falta de confiança em si é o principal ponto fraco dos brasileiros. E entre as inúmeras explicações para tal fator, a pesquisa indica que a grande maioria dos brasileiros sentem-se enganada pelos políticos, que todo mundo quer lhe trapacear pra ganhar dinheiro. Mas me respondam, isso não é verdade? Diga-me um nome de algum deputado ou qualquer político que elaborou um projeto realmente interessante. Se o governo quer as pessoas saudáveis, porque não investe pesado em saúde. Por conseguinte se ele não que ver analfabetos, recomendo que não trate a educação como simples números quantitativos.

     Definitivamente, tem muita coisa errada em nosso país, a estrutura é precária, nossa universidade, exemplo vivo de uma mentalidade mesquinha e sem perspectivas futuras. Se quiserem ver as pessoas motivadas, não gaste milhões em propaganda, mas invista em projetos reais, não nessas bolsas esmolas, é preciso evoluir e tratar as pessoas como participantes ativas de um projeto de desenvolvimento, que não é esse do espetáculo de crescimento que de crescimento não tem nada. Mas preciso concordar com uma coisa, o melhor do Brasil é o brasileiro, pelo menos isso.

 

Matheus

 

 


MOSTRE QUE VOCÊ COMANDA SUAS AÇÕES. SE LHE OFERECEREM CIGARROS, NEGUE, SUA VIDA ESTÁ EM RISCO


                       



                 SOUSA CRUZ: lucro já virou fumaça

                                                 

   Com uma participação de 77% no mercado brasileiro de cigarros, a Souza Cruz ao divulgar os resultados referentes ao terceiro trimestre do ano de 2003, ficou evidente que o volume de cigarros caiu 7,3% em relação ao mesmo período do ano anterior e o faturamento líquido foi de R$881 milhões. A fator gerador foi à forte concorrência, pela qual a empresa viu-se obrigada a ampliar gastos com propaganda e aplicar descontos nos preços de venda de algumas marcas para não perder participação de mercado. As exportações de fumo mantiveram-se dentro do estimado, mas com preços médio superior devido a um melhor mix dos produtos.

                                   

   Historicamente, a Sousa Cruz trabalha com grandes estoques, com duração aproximada de 12 meses, porém devido a menor oferta da matéria prima no mercado, teve que reduzir seus estoques e absorver a safra deste ano com acréscimo de 40% nos preços. Devido a esse fator, o lucro líquido foi considerado baixo, tendo sido 7% inferior ao do mesmo período do ano passado.

                                            

   O ambiente operacional que a Sousa e Cruz encontrará durante esse ano de 2004 será de grande competição, com provável redução no volume de vendas de cigarros, devido ao repasse parcial, para o preço, dos acréscimos de custos. As ações da Sousa Cruz apresentaram no ano de 2003, valorização de 71% e nas últimas 52 semanas, de 69%, o que reforça as perspectivas de que as mesmas já se encontram no seu preço justo com pouco espaço para valorizações expressivas no curto prazo. No médio e longo prazos, a política de distribuição de dividendos que a empresa pratica e a qualidade de seus executivos podem reverter tal quado

                                             

Adaptado da Revista Carta Capital, edição nº 265, coluna Carteira, por João Alberto Bernacchio 

                                             


                       

             QUER AUMENTO?

                         SAIBA NEGOCIAR

 

Argumentar e comporta-se da forma adequada é o segredo para obtenção de reajuste salarial

 

   Negociar é o segredo do sucesso em qualquer situação, seja na vida pessoal ou profissional. E se o assunto é salário, a discussão torna-se ainda mais delicada. Basta um termo mal colocado ou a voz fora do tom para que seus planos acabem indo água abaixo.Para evitar ou pelo menos reduzir consideravelmente as chances destes impasses ocorrerem com você, os especialistas em recursos humanos (RH) recomendam alguns cuidados, confira:                       

     # Analise a Situação:

O primeiro passo é avaliar se o momento é propício para pedir um aumento de salário. Para tanto, verifique se as condições financeiras da empresa e o seu desempenho nos últimos meses.

                                      

     # Comporte-se da Maneira Adequada:

Dirigir-se a seu superior da forma correta e no momento adequado é fundamental quando sedeseja atingir um objetivo. Portanto, falar sobre aumento salarial quando ele está saindo atrasado para um compromisso ou ao encontrá-lo no elevador com certeza não são as melhores alternativas. Mostre que seu assunto é de importância, marque uma hora, assim você evita interrupções.

                                            

     # Use os Argumentos Certos:

Todo pedido de aumento tem que ter um objetivo. Porém não se iluda. Este objetivo de estar baseado em realizações profissionais. Um dos grandes erros que profissionais pode cometer é justificar o aumento embasado em dívidas pessoais. Isso não funciona.                            

   Organize suas idéias e coloque no papel todas as realizações-metas alcançadas, projetos desenvolvidos e tudo mais que conte ao seu favor. Quando for conversar com seu chefe, mostre como a empresa está contribuíndo para seu aperfeiçoamento profissionale como você está conseguindo desenvolver seus trabalhos.

 

  


"Somos todos iguais,

Diferente é o preconceito"

Racismo, nunca mais


   AS 10 POSTURAS DAS

 PESSOAS BEM-SUCEDIDAS

 

     Antes de ser excelente por fora você precisa ser excelente por dentro. Ser um profissional de qualidade, requer de você 10% de conhecimento, 10% de habilidade e 80% de atitude. Conheça algumas posturas que pessoas bens-sucedidas execultam e faça delas seu aprendizado para que você também faça parte do clube dos campeões.

 

01 A POSTURA DA ÁGUIA: O cliente acredita porque eu acredito;

02 A POSTURA DO EMPENHO: Invisto em mim e o que é comum vira incomum e o que é ordinário se transforma em extraordinário;

03 A POSTURA DO FOCO ASSERTIVO: Consigo o que quero ajudando as pessoas a conseguir o que querem;

04 A POSTURA DO OUVIDO CONSULTOR: Ouço para compreender, não para responder. Ouço idéias, não palavras;

05 A POSTURA DAS ENERGIAS INQUIETANTES: Entendo que só qualidade pessoal gera qualidade profissional;

06 A POSTURA DA DERROTA AOS FANTASMAS: Venço o medo, fazendo o que temo;

07 A POSTURA DO DETALHE: Penso grande, mas nunca desprezo às pequenas ações;

08 A POSTURA DO RELÓGIO: Administro meu tempo. Ponho coisas no tempo e tempo nas coisas;

09 A POSTURA DAS CORREÇÕES: Eu erro, mas não sou meus erros;

10 A POSTURA DA ESPIRITUALIDADE:Quando falta a auto-ajuda, peço a ajuda do Alto, pois sei que paz na excelência não é caminhar para o Eterno, é caminha com o Eterno. Com paz não existe estresse.


                                         

    CONHEÇA O CEARÁ E SEJA FELIZ

                               


   


                  

COMO SAIR BEM NA FOTO

         Tem empresas trocando de nome para melhorar a imagem. E tem profissionais que querem também melhorar sua imagem. Só que neste caso não dá para trocar de nome...E agora?

         Em termos de empresa, produtos e serviços, hoje em dia IMAGEM é tudo. Ou pelo menos quase tudo. De uma forma ou de outra, todas as empresas procuram conquistar novos clientes e manter os antigos mostrando sua melhor face para o consumidor. O interessante é observar como cada empresa busca (re)construir essa imagem. É evidente que, hoje em dia, diante das conhecidas limitações e incapacidades de alguns órgãos governamentais, uma forte atuação em responsabilidade social, fornecendo ajuda a comunidades carentes, põe a empresa sob os holofotes da admiração popular e isso, direta ou indiretamente, se reverte em mais vendas e mais lucro. Agora os consumidores se interessam em saber como os fabricantes empregam o dinheiro do lucro que ele, consumidor, proporciona ao comprar seus produtos e serviços.

         A realidade tem mostrado que fazer o bem faz bem. Que o diga o crescimento do chamado Terceiro Setor. Conforme pesquisa feita pelo The John Hopkins Center for Civil Society Studies - realizada em 35 países, incluindo o Brasil - o terceiro setor emprega atualmente 39,5 milhões de pessoas e só no Brasil esse número chega a 1,2 milhões de pessoas. Aqui há cerca de 250 mil ONGs (organizações não governamentais) que movimentam aproximadamente R$ 12 bilhões por ano.

         Olhem só: a PwC Consulting vai mudar o nome para Monday, a Deloitte Consulting avisou ao mercado que passará a chamar-se Braxton. Lembram da KPMG Consulting? Vai mudar o nome para BearingPoint e deve gastar até cerca de US$ 40 milhões em campanhas publicitárias de divulgação da nova assinatura. Por que será? Se o motivo for ressuscitar a antiga marca que existia há 20 anos, será que a estratégia funcionaria com a Enron? E com a WorldCom? E o que dizer da Arthur Andersen (que desde o ano passado passou a chamar-se Accenture)?  

         Todo ser humano tem a capacidade de promover mudanças, porque todo ser humano é dinâmico em essência. Às vezes, tenho a impressão de que algumas pessoas não sabem disso - ou não acreditam nisso - e permanecem como estátuas ao longo da vida. "Eu sou assim mesmo e quem quiser gostar de mim TEM QUE me aceitar como sou!" Tá bom. Conta outra.

         O que quero lembrar ao leitor é de que é muito mais fácil criar uma imagem pessoal do que se desfazer de uma já disseminada. Sabem aquela história da primeira impressão é a que fica? Pois é. Depois o sujeito tem fama de chato, grosso, mandão, maria-vai-com-as-outras, marcha-lenta...e não sabe por quê. Mudar interiormente é um dos mais revolucionários atos que uma pessoa pode praticar. Mas isso requer firmeza de decisão, empenho e esforço. A teoria da Análise Transacional - meu principal instrumento de trabalho - propõe que todo comportamento é aprendido na infância - às vezes adequada, outras vezes inadequadamente. Usando da sua autonomia e livre arbítrio, o indivíduo pode mudar, desde que queira, julgue conveniente e se esforce para isso. Somos responsáveis pelo nosso comportamento, apesar de existir quem adote a cômoda posição de culpar os outros pela péssima imagem na foto.

         Faz bem aparecer bem na foto, mas para isso, convém não confiar só no fotógrafo - ou só na opinião alheia. Alguns deles desfocam ou borram sua imagem - voluntariamente ou não, quem vai saber? Além disso, fotos enganam porque podem ser retocadas...Nem sempre a beleza da capa do livro faz jus ao seu conteúdo. Ao invés de trocar de nome ou mostrar falsas atitudes de bondade e simpatia, talvez o melhor caminho seja investir mais nas próprias competências comportamentais, entre as quais se destacam a educação, a ética, a responsabilidade, a afetividade, o bom humor, a espiritualidade. Se assumida e manifestada com c onvicção, não há quem possa arranhar ou desfocar essa imagem. E certamente você nunca precisará mudar de nome para parecer que é outro.

texto adptado de Floriano Serra , palestrante e consultor de empresas na área comportamental e presidente do IPAT -Instituto Paulista de Análise Transacional (www.ipat.com.br) e da SOMMA4 Desenvolvimento Pessoal e Organizacional. (11) 5052.8002, florianoserra@terra.com.br


 

 

Publiquei  um artigo do administrador Stephen Kanitz, um dos nomeados articuladores da revista veja e também um dos palestrantes mais solicitados. Mestre em admnistração de empresas por Harvard Business School, Kanitz ficou famoso por suas previsões bem sucedidas acerca do mundo empresarial. Considero um grande colunista e sempre estou atento ás suas notas. Neste texto ele trata da validação, uma palavra nova para muitos, espero que tenha valia para o seu conhecimento. 

 

   O PODER DA VALIDAÇÃO

            Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os superconfiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho. Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran treme nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça já tenha sido de encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator relaxa e parte tranqüilo para o resto do espetáculo. Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada artigo que escrevo e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam.

            Insegurança é o problema humano número um. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir essa insegurança?

            Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera..

            Segurança depende de um processo que chamam de "validação", embora para os estatísticos o significado seja outro. Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos. Validar alguém significa que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.

            Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos não resolvem o problema. Ninguém pode autovalidar-se por definição.

            Você sempre será um ninguém a não ser que outros o validem como alguém. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: " você tem significado para mim". Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: "gosto de você pelo que você é". Quem cunhou a frase: " por trás de um grande homem existe uma grande mulher" (e vice-versa) provavelmente estava pensando neste poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia pode dar.

            Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a própria insegurança que não temos tempo para sair validando os outros. Estamos tão preocupados em mostrar que somos o " máximo" que esquecemos de dizer a nossos amigos, filhos e cônjuges que o " máximo" são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aquele que admiramos.

            Por falar de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser. Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se ou dominar os outros em busca de poder.

            Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são e não pelo que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e cresceram para ser o que queremos.

            Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um " valeu cara, valeu".

            Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja.

Stephen Kanitz


 

 



                                                   

              CONHECENDO O MUNDO E A SI

                                    Matheus Nascimento*   

 

           Vivemos no mundo pouco conhecedor de si. Mesmo estando tão próximos dos outros, da tecnologia, das informações, não sabemos de certo o que queremos e definitivamente quem somos. Tal afirmação se baseia na transitoriedade que nos é característica. Não sabemos com certeza definitiva nossa origem. Somos descendentes do macaco? Originamos de uma explosão cósmica? Somos criação de Deus? São muitos questionamentos acerca de diversos assuntos e muitas vezes somos induzidos a seguir dogmas para podermos direcionarmos para uma linhagem de pensamento.

            Todavia é neste desconhecimento que baseamos nossa existência. Imagine se a ciência pudesse determinar o dia da nossa morte, certamente teríamos os últimos dias mais infelizes da nossa vida. Nem sempre é preciso ver para crer. Acreditar nas suas potencialidade, nos seus dons, nas suas habilidades faz de você único, pois na igualdade dos seres humanos, só podemos ser destaque nas diferenças.

                                             

            Não nos conhecemos bem, isto é verdade, mas é preciso salientar que a cada estante estamos em transformação conosco e com o mundo. 

            As teorias de hoje podem não ser leis de amanhã, o mercado muda, as tendências mudam, o vestir, o falar, os comportamentos, tudo muda, apenas algo não mundo, nossa permanente sede de aprender e reaprender a nos conhecer.  

                                             

* Matheus é o criador deste blog, estudante de administração de empresas na UFCG e atua como Agente Operacional na  Cagepa



 




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